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 Clube de Oklahoma City se reúne em um bar

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Lealon Taylor, Emilee Truelove e Mark Mann, associados do Rotary Club de Bricktown Oklahoma City, entregam prêmio à vencedora de um concurso sobre a Prova Quádrupla. Para atrair associados mais jovens, o clube se reúne em um bar no fim da tarde. Foto cedida pelo Rotary Club de Bricktown.

Por trabalhar para um político em Oklahoma, EUA, Mark Mann já participou de diversas reuniões de grupos cívicos. Então, quando um de seus amigos pediu que considerasse a ideia de se associar a um Rotary Club, ele não ficou nem um pouco entusiasmado. 

"Eu disse: Nem pensar!", lembra Mann. Algumas semanas depois, seu amigo voltou a insistir no assunto, dizendo que o Rotary Club de Bricktown Oklahoma City era diferente. "Nós não cantamos, temos ótimas palestras e projetos comunitários muito bons", seu amigo explicou. 

"Eu assisti a algumas reuniões e decidi que era uma boa opção para mim", diz Mann, que agora está servindo como presidente do clube, o qual completou seu sétimo aniversário no dia 11 de setembro e tem mais de 60 associados com idade média de 35 anos. Mann e Lealon Taylor, ex-presidente do clube, acham que diversos fatores vêm ajudando a atrair e reter associados jovens. 

Para começar, o clube se reúne em um bar. Na primeira vez em que um convidado participa de uma das reuniões, ele recebe duas bebidas grátis, pagas pelo clube. 

"É importante escolher um local que seja divertido e popular", explica Taylor. "Nós nos reunimos na cervejaria Bricktown Brewery, um local muito conhecido. É fácil convidar os amigos para ir ao bar, tomar alguns drinques e se informar mais."

Os fundadores do clube decidiram que o horário das reuniões deveria ser às 17h30. Depois de 15 minutos de socialização, é hora da reunião em si, que não leva mais de 45 minutos. Alguns dos associados até saem para jantar depois. 

"Na minha opinião, pessoas de 20 ou 30 anos não vão levantar cedo para ir a uma reunião", afirma Taylor. "E almoçar toda semana é difícil para quem trabalha. O taxa de frequência em nossas reuniões é alta porque as realizamos depois do trabalho num bar no centro da cidade, o que é divertido." 

Com a mão na massa 

Mas apenas diversão não é o suficiente. É importante também que os associados sejam participativos de outras maneiras.

"Pessoas mais jovens querem ser atuantes", diz Taylor. "Uma das metas de nosso clube é implementar um projeto humanitário por mês e incentivar todos a participarem ao máximo. Além disso, também fazemos parte de um grande projeto internacional." 

O clube é parceiro do Rotary Club de Carlsbad, EUA e do Rotary Club de Tecate, México, em um projeto de uma clínica para tratamento de crianças com lábio leporino em Tecate.  

As atividades do clube também envolvem os familiares dos rotarianos. "Alguns anos atrás, levei meu filho em uma caminhada pelo Mal de Alzheirmer", conta Mann. "Muitos de nossos associados levam suas crianças e cônjuges aos projetos ou mesmo às reuniões." 

Mann e Taylor já ouviram críticas dizendo que quantidade não significa qualidade. Mas eles afirmam que o clube não mantém pessoas que não demonstrem comprometimento. No ano passado, todos os associados do clube participaram de pelo menos um projeto na comunidade.  

Mann vê um futuro promissor para o Rotary. "Sempre haverá sofrimento humano e desastres naturais", ele diz. "Sempre haverá a necessidade de que trabalhemos para ajudar as pessoas e solucionemos problemas de forma eficaz. E é isso que o Rotary faz."

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