Rotaractianos plantam 1.000 árvores na Suazilândia
Por Jennifer Lee Atkin
Notícias do Rotary International -- 21 de abril de 2009
Rotaractianos de quatro clubes na Suazilândia em parceria com a Autoridade Ambiental da Suazilândia e o Nedbank Swaziland plantaram 1.000 árvores em uma escola no vale de Ezulwini no início deste ano. O ministro de turismo e meio ambiente Macford Sibandze compareceu ao lançamento do projeto. Da esquerda para a direita em pé: Nomcebo Dlamini, Buyani Fakudze, Sibandze e Sonkhe Nhlabatsi. Sentada: Thuli Makhubu. Foto cedida por Dino Dlamini, representante do Rotaract no Distrito 9250
Quatro Rotaract Clubs da Suazilândia uniram suas forças recentemente para plantar 1.000 árvores em uma escola no vale de Ezulwini em um esforço de combate ao desmatamento.
Este é apenas um dos vários projetos que rotarianos e rotaractianos implementam durante o ano em benefício do meio ambiente. Em 22 de abril, 500 milhões de pessoas em 175 países comemoram o Dia da Terra.
"Assim como no que se refere à pólio, os rotarianos não podem ignorar as consequências desastrosas do aquecimento global", diz Henry Kyemba, sócio do Rotary Club de Source of the Nile, Uganda, e representante do RI no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) em Naoróbi, Quênia.
Os Rotaract Clubs de Malkerns Valley, Manzini, Mbabane-Mbuluzi e University College of Swaziland em parceria com a Autoridade Ambiental da Swazilândia e o Nedbank Swaziland plantaram suas mudas durante dois sábados em fevereiro e março.
O esforço foi parte da Campanha Um Bilhão de Árvores lançada pelo UNEP em 2006 para combater o desmatamento, uma árvore de cada vez. De acordo com a organização, plantar árvores é uma das maneiras mais econômicas de combater a mudança climática global.
Rotaract Clubs do Distrito 9250 (Botsuana, Moçambique, África do Sul e Suazilândia) estão participando da campanha através do projeto de seu distrito Plantemos para o Planeta, conta Eurídice Vicente, representante distrital do Rotaract em 2008-09 e ex-presidente do Rotaract Club de Maputo, Moçambique.
"Hoje em dia é essencial viver de maneira sustentável", ela comenta. "Nossa campanha não visa apenas plantar árvores, mas também ensinar as pessoas a cuidar delas para possam crescer fortes."
Vicente conta que em sua comunidade as árvores são cortadas por diversas razões. "Decidimos adotar a Campanha Um Bilhão de Árvores porque acreditamos que ela terá impacto não apenas imediato, mas também para as gerações futuras. Nossa participação divulgará o Rotaract e deixaremos nossa marca para sempre na Suazilândia."
Em março o UNEP declarou que graças à campanha, três bilhões de árvores já haviam sido plantadas e anunciou a nova meta de plantio de sete bilhões de árvores até dezembro, data da próxima conferência sobre aquecimento global das Nações Unidas em Copenhage, Dinamarca.
O UNEP incentiva empresas e grupos comunitários a participar da campanha inscrevendo-se em seu site e comprometendo-se a plantar um número determinado de árvores.
"Os rotarianos têm a obrigação de ajudar a combater o aquecimento global", afirma Kyemba. "Omitir-se não é uma opção."
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