Escrito por Paul
Uma vez, em resposta a uma pesquisa enviada de Princeton que perguntava o que ele tinha escrito, Harris respondeu "nada".
Na verdade, nessa ocasião (por volta de 1916-17), ele já tinha escrito diversos artigos para a The Rotarian, tendo começado com o “Rational Rotarianism” em janeiro de 1911, na primeira edição da revista. O artigo de Harris foi uma mensagem especial que ele queria distribuir a todos os rotarianos mas o Rotary não dispunha de um veículo de comunicação oficial. Chesley R. Perry, o primeiro secretário geral do Rotary, sugeriu então a criação de uma publicação que disseminasse notícias e assuntos importantes para os clubes, cujo custo fosse coberto por anunciantes. Desta forma, a National Rotarian, mais tarde conhecida como The Rotarian, foi lançada, com o artigo de Harris na primeira página.
Na edição de fevereiro de 1915, a The Rotarian incluiu o artigo de Harris “Passing Our Tenth Milestone”, uma homenagem ao décimo aniversário do Rotary em que ele comenta desejar escrever o "livro de boa conduta do rotariano". Ele estava prestes a fazê-lo quando publicou This Rotarian Age (1935), no qual discute o que leva as pessoas a fazer coisas boas e fala sobre Chicago em 1905 e como a cidade estava pronta para o tipo de mudança que o Rotary podia oferecer. Ele também falou sobre os desafios futuros do Rotary e seu potencial para ajudar na busca pela paz mundial.
Em 1935, Paul e Jean viajaram por três meses pelo sudeste da Ásia e a Austrália. Harris queria publicar seu relato desta viagem na forma de um livro para depois lançar uma série de crônicas sobre outras viagens; ele decidiu chamar a série de Peregrinations, sendo que Peregrinations I seria uma série de histórias de viagens que ele fizera à Europa e à África do Sul, Peregrinations II, sua jornada pelo sudeste da Ásia e pela Austrália (1935) e Peregrinations III (1937) sobre sua viagem à América Central e do Sul. Harris, no entanto, nunca chegou a organizar Peregrinations I.
Harris também escreveu o prefácio de livros como Making New Friends de Lillian Dow Davidson (1934) e Rotary: A Business Man's Interpretation de Frank H. Lamb. O livro de Lamb, segundo Harris "é uma história inspiradora sobre a ascensão de um homem, e sobre o desenvolvimento do ideal do servir e o papel que o Rotary desempenhou neste processo".