Presidente da Nigéria homenageado por apoiar um mundo sem pólio
Por Dan Nixon
Notícias do Rotary International — 1º de maio de 2012
O chair eleito do Conselho de Curadores da Fundação Rotária, Wilfrid Wilkinson (à esquerda), entrega o Prêmio Campeão da Erradicação da Pólio ao presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan.
Foto cedida pela Comissão Pólio Plus da Nigéria
No dia 23 de abril em cerimônia televisionada para toda a Nigéria, o Rotary International homenageou Goodluck Jonathan, presidente do país, com o Prêmio Campeão da Erradicação da Pólio por sua liderança e dedicação para a conquista de um mundo sem poliomielite. O prêmio foi entregue por Wilfrid Wilkinson, o próximo chair do Conselho de Curadores da Fundação Rotária.
“Em nome do 1,2 milhão de rotarianos no mundo todo, incluindo os 6.000 que temos na Nigéria, venho expressar nossa gratidão a todos que apoiam o presidente e o povo nigeriano no combate à pólio. É um prazer para mim homenagear o presidente Jonathan.”
Plano nacional
Sob a liderança do presidente Jonathan, a Nigéria lançou seu Plano Nacional de Emergência, que é uma estratégia para acelerar a eliminação da pólio. O presidente aumentou o financiamento para a erradicação da doença, de US$17 milhões para $30 milhões, para 2012 e 2013.
Entre 2009 e 2010, o número de casos de pólio no país africano caiu 95%, ou de 388 para somente 21 casos. Porém, um surto que no ano passado causou 62 casos serviu de alerta para não se baixar a guarda.
“Mesmo que não consigamos solucionar todos os problemas de saúde, eu prometo às crianças e pais nigerianos que minha presidência está determinada a erradicar a poliomielite até 2015. Eu já disse ao ministro da saúde que devemos fazer de tudo para eliminar a pólio do nosso país dentro dos próximos dois anos.”
Além do presidente Jonathan, outros dignitários que receberam o Prêmio Campeão da Erradicação da Pólio foram o primeiro ministro da Índia, Manmohan Singh; a chanceler da Alemanha, Angela Merkel; o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon; o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan; o presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari; e o primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron.
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