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 Rotarianos da França e Costa do Marfim distribuem mosquiteiros

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Criança carrega dois mosquiteiros, doados graças a projeto de Subsídio Equivalente contra a malária na Costa do Marfim. Foto cedida por John Kedzierski

Milhares de mães da Costa do Marfim receberam mosquiteiros impregnados com inseticida durante a campanha de 11 dias contra a malária lançada por rotarianos franceses nas cercanias da cidade de Man, em novembro. A iniciativa foi parte de um projeto de Subsídio Equivalente de US$79.500 entre os Rotary Clubs de Garches-Marnes-Vaucresson, Hauts-de-Seine, França; e San Pedro, Costa do Marfim.  

John Kedzierski, do clube de Garches-Marnes-Vaucresson e coordenador do projeto, foi um dos 10 voluntários que ajudou a distribuir 17.600 mosquiteiros usados para combater a transmissão da malária. A iniciativa beneficiou cerca de 50.000 pessoas.  

"Esta região foi arrasada pela guerra civil e recentemente passou por uma onda de violência causada por uma crise eleitoral. A população carece muito de serviços de saúde", afirmou Kedzierski, lembrando que o país tem uma taxa de mortalidade infantil de 1:5 entre crianças abaixo de cinco anos. "Metade dessas mortes deve-se à malária, que é endêmica na região." 

Os voluntários passaram por 38 vilarejos anunciando com um alto falante a disponibilidade dos mosquiteiros  e entregando-os principalmente a gestantes e mães de crianças menores de cinco anos. Os mosquiteiros também foram doados a uma clínica pediátrica, orfanato e escola do ensino fundamental. 

O grupo contou com a Handicap Sans Frontières, uma ONG que atua em assistência médica e fornece emprego para jovens adultos com deficiências no país africano. A ONG, muito conhecida na região, transportou os mosquiteiros gratuitamente de helicóptero. Associados dos Rotary Clubs de Daloa Centre-Ouest, Costa do Marfim; e Versailles, Yvelines, França, estavam na equipe de distribuição. 

"Com a ajuda de uma enfermeira que contratamos, aproveitamos para ensinar a população sobre prevenção da malária, inclusive sobre como usar corretamente os mosquiteiros", lembra Kedzierski.

Meses depois do projeto, a enfermeira fez um levantamento visitando algumas casas em cada vilarejo. De 350 casas, 341 estavam usando os mosquiteiros de forma correta e dando-lhes a devida manutenção, o que representa um grande sucesso.  

Este projeto se enquadra na área de enfoque Prevenção e Tratamento de Doenças.  

"É inaceitável que crianças na África estejam morrendo por causa da malária", acrescenta Kedzierski. "O Rotary é a organização certa para achar soluções."


1 Comments:
At 9:01 on 22 julho 2011, Yoiti Fujiwara wrote: Eu sou do Rotary Club de São Paulo Aeroporto e coordenador do programa de subsidios humanitários da Fundaçaõ Rotária no Distrito 4420. Temos muitos projetos nos Rotary Clubs em parceria com as entidades na nosa região, e gostáriamos de conhecer um pouco mais sobre os detalhes do projeto realizado com recursos da Fundação Rotária. Gostaria de informações para contatos com os parceiros: Rotary Clubs e Distritos, que participam deste projeto.

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