Momentos Históricos: Sergeants-at-arms
Por Susan Hanf
Notícias do Rotary International -- 18 de maio de 2011
O encarregado dos sergeants-at-arms, H. Tucker Gratz, ergue o tradicional bastão durante a Convenção de 1969 em Honolulu, EUA. Ao seu lado, seus assistentes: Ray Faisst, de El Paso, EUA; Paul Heckenlively, de Pearl Harbor, EUA; Jack Ma, de Prince Albert, Canadá; e John Young, John King, e Edward Armstrong, de Honolulu, EUA.
Q uem já foi a uma Convenção do Rotary conhece os sergeants-at-arms. Desde 1910, estes rotarianos têm ajudado os participantes de eventos rotários a chegar a seus destinos.
Durante a Convenção do RI em Nova Orleans, que será realizada de 21 a 25 de maio, os sergeants-at-arms (este ano chamados de Rotary guides) deixarão de lado os famosos coletes amarelos para, em seu lugar, usar uma leve faixa amarela muito mais condizente com o clima abafado de Nova Orleans. Os voluntários que os auxiliarem estarão vestindo uma faixa vermelha em vez dos tradicionais coletes vermelhos.
Os primeiros estatutos do Rotary estabeleceram que a posição de sergeant-at-arms seria ocupada por dirigentes eleitos ao cargo. Werner Hencke, dos EUA, foi o primeiro a desempenhar a função, sendo responsável por manter a ordem durante reuniões, inclusive na Convenção que, na época, servia como o corpo legislativo da organização.
Na Convenção de 1921 em Edinburgh, Escócia, quando George Harris foi eleito sergeant-at-arms e recebeu do secretário geral Chesley Perry um bastão de madeira, ele disse: "Só quero dizer uma coisa. Apesar de não ser muito grande, prometo que, com este bastão, conseguirei manter as pessoas na linha; e, para garantir que eu também ande na linha, vou pedir ajuda a algum rotariano maior do que eu".
O bastão de madeira foi passado a outros sergeants-at-arms por várias décadas, e era levado às Convenções como símbolo da função. No entanto, não há nenhum registro de que tenha realmente sido usado para "manter as pessoas na linha". O objeto hoje faz parte da coleção histórica e dos arquivos do Rotary.
Como resultado das mudanças nos estatutos, aprovadas na Convenção de 1922, os sergeants-at-arms que servem hoje em dia são indicados pelo presidente.
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