Presidente do conselho de curadores da Fundação Rotária
Uma fundação forte
Setembro de 2009
Madre Teresa, amiga do Rotary de longa data, foi perguntada por que fazia o trabalho que fazia. Sempre haveria muitos aos quais ela não poderia ajudar. Por que ela se dava de corpo e alma para assistir aos carentes quando sabia que jamais poderia atender a todas as suas necessidades?
Sua resposta foi simples: “Faço o que posso, onde estou, com o que tenho a meu dispor".
No Rotary, nos esforçamos para fazer o mesmo. Sabemos que as necessidades do mundo não têm limite e que não podemos querer atendê-las integralmente. Dois bilhões de pessoas vivem na pobreza. Um bilhão não tem acesso a água potável, enquanto 2,6 bilhões carecem de saneamento adequado. Todos os dias, 26.000 crianças morrem por razões que poderiam ter sido evitadas.
O que o Rotary deve fazer diante de tamanho desafio?
Minha resposta é: “Devemos fazer o que pudermos, onde estivermos, com o que tivermos a nosso dispor". Devemos aproveitar ao máximo os nossos recursos, identificar as necessidades que podem ser atendidas e planejar cuidadosamente de modo a garantir nosso sucesso. Além disso, é essencial que usemos adequadamente as verbas da Fundação Rotária, para que sejam capazes de beneficiar o maior número possível de pessoas.
No Rotary, sabemos que realizamos mais quando trabalhamos juntos. Por meio da Fundação, conseguimos ainda mais. Quando mais forte a Fundação, maior o âmbito das nossas realizações e mais duradouros os resultados alcançados.
O bem que fazemos no mundo através do Rotary se dá em grande parte porque podemos contar com a Fundação. Peço a cada um de vocês que continuem a dar seu apoio à entidade – este ano e todos os anos – para que o nosso trabalho possa ter continuidade.
Glenn E. Estess Sr.
Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Rotária