Rotary.org: Presidente do RI - Messages

Presidente do RI


Mensagens mensais

 
 

Maio de 2012

Queridos irmãos e irmãs em Rotary,

Quando falamos em crescimento do quadro associativo, reconhecemos que receber um novo associado em um Rotary Club é apenas o início de nossa tarefa. Para transformar um novo associado em um rotariano dedicado muito mais é necessário, e o primeiro passo é ajudar esse associado a se envolver na vida do clube.  

Todo rotariano deve saber que ele é necessário e tem que desempenhar uma função dentro do clube. Afinal, por que estamos em Rotary? Estamos aqui para fazer a diferença. Desfrutar de nosso serviço rotário é bom, mas isso não é o suficiente se quisermos fazer disto uma prioridade. Ser consciente de que estamos tendo impacto, que estamos melhorando a vida das pessoas é o fator que nos impulsiona a trabalhar duro, apesar dos nossos outros compromissos. E é por isso que cada um de nós, não importa o tempo que estejamos em Rotary, devemos sempre nos esforçar para crescemos como rotarianos – para encontrarmos novas maneiras de ajudar os outros, e fazer toda a mudança positiva que pudermos. E isso é que faz o serviço do Rotary valer a pena.  

Quer sejamos associados novos ou não, cada um de nós pode encontrar formas de se envolver no serviço rotário, no âmbito de clube, distrito ou internacional. Os Grupos Rotarianos em Ação são uma excelente oportunidade para colocar suas competências ou interesses específicos em prática, de uma maneira que congrega rotarianos de todas as partes do mundo em um objetivo comum. Não importa se sua paixão é água e saneamento, microcrédito ou prevenção da cegueira – se você quer ser voluntário com suas habilidades odontológicas ou ajudar a organizar as unidades de sangue – as chances são de que há um Grupo Rotarianos em Ação para você. Se não, funde seu próprio grupo. Aprenda mais sobre os Grupos Rotarianos em Ação em www.rotary.org/actiongroups.

O Rotary é, e sempre tem sido, uma organização baseada em seus clubes. O objetivo do Rotary International não é direcionar os clubes, mas conectá-los, informá-los e apoiá-los. Onde e como cada clube e rotariano escolhe servir, é decisão de cada um, que devem seguir sua própria ambição e visão. Abra seus olhos para os desafios do mundo e use sua força através do Rotary para encontrar maneiras de superar os desafios. Cada um de nós tem potencial, que pode ser atingido quando Conhecemos a Si Mesmos para Envolver a Humanidade.


Abril de 2012

Meus caros irmãos e irmãs em Rotary,

Nesta edição, veremos o que o Rotary está fazendo para combater um dos maiores problemas da atualidade: a fome. Quando falamos em escassez de alimentos, geralmente nos referimos a problemas locais. No mundo, há comida mais do que suficiente para alimentar a todos; o difícil é fazer com que ela chegue onde é necessária e garantir que pessoas de regiões carentes tenham acesso à alimentação.

Em muitas áreas, a agricultura de subsistência é a única forma de se adquirir comida. Mas nesses casos, um período de clima ruim ou mesmo uma única tempestade pode significar catástrofe. Infelizmente, locais com sistema de suprimento de comida precário são os que recebem menos atenção quando um desastre realmente acontece.

As maiores vantagens do Rotary são nossa presença em tantas partes do mundo e nossa capacidade de reagir a crises quando elas ocorrem. Ainda mais importante é o nosso compromisso com uma abordagem de longo prazo para tratar das causas do problema.

No Rotary, podemos fazer muito com relação à fome global, mas como sempre, confiamos nos rotarianos para levar ajuda aonde for preciso. Quando analisamos o mundo de hoje em termos de fome e pobreza extrema, nossa prioridade deve ser a África – o que explica porque precisamos expandir o Rotary por lá.

A Iniciativa Ajuda à África visa aumentar o quadro associativo no continente, mobilizar rotarianos africanos para atender a necessidades locais e aumentar a conscientização de rotarianos de países mais desenvolvidos sobre os problemas da África. Esta é apenas uma maneira de conectarmos as pessoas que precisam de ajuda com aquelas que querem dar assistência, mas não sabem por onde começar.

Não há dúvida de que são muitos os obstáculos para que todos tenham acesso à comida, mas estas barreiras não são intransponíveis e a estrutura do Rotary talvez seja um dos caminhos mais promissores para o desenvolvimento. Contudo, precisamos continuar trabalhando para transformar nossa organização em um agente de mudança global ainda mais eficaz.


Março de 2012

Queridos irmãos e irmãs em Rotary,

Na minha mensagem de julho citei um ditado de Mohandas K. Gandhi que diz: “Seja a mudança que você deseja ver no mundo”. Desde então, tenho tido oportunidades incríveis de viajar pelo mundo rotário e ver como os rotarianos estão pondo estas palavras em prática.

Para efetuar uma mudança positiva, utilizamos nosso conhecimento e recursos para resolver problemas. Porém, quando se trata de resolver problemas humanitários de uma maneira definitiva, os conhecimentos, ideias e recursos não são suficientes para garantir um bom resultado. Temos que nos lembrar de outra coisa muito importante: a sustentabilidade.

Uma solução sustentável é aquela que seguirá dando bons resultados mesmo depois que os rotarianos que propuseram e facilitaram o projeto se forem. Isso significa que, mesmo que o projeto tenha vindo do Rotary originalmente, a comunidade será responsável por ele. Quando a peça de uma bomba d’água se quebra, há um processo para consertá-la. Se capacitada, a comunidade se encarregará do procedimento para consertar a bomba sem buscar a ajuda do Rotary.

O primeiro passo em direção à sustentabilidade é determinar a necessidade. Um exemplo é o problema de gás de cozinha, comum em grande parte dos países em desenvolvimento. Em muitas regiões, os fornos solares são uma solução maravilhosa, pois são baratos, dependem de uma fonte de energia gratuita que não polui ou se esgota, e são simples de usar e de manter.

Porém, antes de entrarmos em uma comunidade e tentar resolver seus problemas de energia através de fornos solares, temos que compreender plenamente a situação e olhar além do problema. Talvez os alimentos locais precisem ser cozidos a uma temperatura mais alta do que o forno solar pode proporcionar, ou talvez vente muito na área, o que impedirá o uso de fornos solares. Pode ser que seja tradicional na região começar a cozinhar antes do amanhecer. Se não levarmos em consideração estes problemas, os painéis solares podem acabar sendo usados como material para reparar telhados ou manter seco o alimento de animais em vez de serem usados para cozinhar, que seria o objetivo original do projeto.

Se estivermos tentando trazer mudanças, não basta dizer: “Meu método é o melhor”. Temos que ouvir e observar - não apenas falar. Só podemos ajudar aos outros se estivermos com a mente aberta e tivermos o conhecimento, empenho e perseverança necessários para cumprir o que prometemos.


Fevereiro de 2012

Queridos irmãos e irmãs em Rotary,

Em novembro, tive a oportunidade de dar uma palestra no Instituto Rotary em Calcutá, Índia, cujo enfoque foi na paz e nos modos pelos quais o Rotary pode trabalhar para promovê-la. Quando recebi o convite, comecei a pensar no que poderia falar, sabendo que, com base em tudo o que os rotarianos fazem naquela região, meu maior desafio seria não ultrapassar o tempo reservado para minha palestra.

Logo antes de chegar a Calcutá, dei uma palestra em uma conferência sobre recursos hídricos em Tel Aviv. Foi um evento maravilhoso que reuniu rotarianos e não rotarianos de todo o mundo para discutir os desafios de se fornecer um recurso cada vez mais escasso a uma população em constante crescimento. No entanto, antes de falar sobre a contribuição do Rotary, tive que explicar quem somos e o que fazemos, porque mesmo naquela audiência repleta de cientistas, empreendedores e executivos, muitas pessoas nunca tinham ouvido falar do Rotary.

Ao deixar o evento, comecei a pensar novamente no que poderia falar em Calcutá, pois muito do que o Rotary faz para promover a paz depende da conscientização pública acerca da organização. Por que temos alcançado tanto sucesso no nosso trabalho para a erradicação da pólio? Porque o Rotary é capaz de ir aonde nenhum outro governo ou ONG consegue: nas casas, escolas e comunidades das pessoas a quem servimos.

No Rotary, quando trabalhamos pela paz, não negociamos tratados ou fazemos demonstrações nas ruas. Pelo contrário, promovemos a paz através do exemplo, trabalhando juntos, independente de nossa nacionalidade ou experiência, colocando as necessidades dos outros acima das nossas. Nós promovemos a paz solucionando problemas que afetam a capacidade das pessoas viverem uma vida normal e pacífica – seja falta de água, saneamento, moradia, acesso à educação e assistência médica, ou a necessidade de relacionamentos produtivos e positivos entre comunidades. Em tudo o que fazemos, confiamos na nossa boa reputação.

É por isso que temos a responsabilidade de assegurar que nosso nome seja conhecido. Temos que não só trabalhar através do Rotary, mas falar sobre a nossa organização, contando ao mundo sobre o trabalho que executamos, a diferença que fazemos na vida das pessoas e os padrões que estabelecemos. Nosso trabalho rotário reflete nossa crença de que um mundo melhor e mais pacífico é possível, mas precisamos fazer com que nossa voz seja ouvida.


Janeiro de 2012

Queridos irmãos e irmãs em Rotary,

No Cemitério Nacional em Washington, D.C., há um memorial aos Seabees, que eram conhecidos como a Força de Construção Naval dos Estados Unidos. Naquele local, lê-se: “Com boa vontade nos corações e habilidade nas mãos, o que é difícil fazemos na hora, o impossível leva um pouco mais de tempo”

No Rotary, já temos nossos lemas, mas se não tivéssemos, eu sugeriria esses dizeres: A força do empenho conjunto, como escreveu Paul Harris, não conhece limites. Quando trabalhamos juntos, o impossível se torna possível.

Pensei nisso quando, há poucos meses, li um artigo no New England Journal of Medicine , o maior jornal de medicina nos Estados Unidos, entitulado “O Fim do Jogo para a Pólio”. O artigo trazia uma estratégia para uma era pós-pólio, inclusive a gestão de riscos após a erradicação da doença.

Há trinta anos, tal artigo não poderia ter sido publicado, mas hoje ele é um testamento do poder de dedicação, persistência e empenho conjunto. O impossível, sem dúvida, se tornou possível. Um mundo livre da pólio, que um dia era sonho, em breve será realidade .

Amigos, estamos prestes a ver o fim dessa doença, e temos que estar preparados para isso, com um Rotary forte, repleto de entusiasmo e confiança, com visão audaz e ambições claras. É hora de nos prepararmos e analisarmos honestamente nossos clubes. Nossos projetos são importantes, sustentáveis e relevantes? Nossas reuniões são produtivas e agradáveis? Nossos clubes estão abertos a novos associados, e os nossos horários e eventos são convidativos aos mais jovens? E depois que alguém se torna rotariano, nos lhe damos as devidas boas-vindas e o engajamos o suficiente? Nós fazemos com que os novos rotarianos rapidamente se sintam parte da Família Rotária?

Os números nos mostram que embora muitos se juntem ao Rotary todos os anos em todos os lugares, muitos deixam nossa organização. O que os fizeram sair? Que expectativas não atendemos? Podemos fazer mais e melhor?

Agora é hora de focar nossas energias nos clubes, e na forma em que as pessoas os veem. É hora de mostrar a nossas comunidades que o Rotary de hoje não é o Rotary de antigamente. O Rotary é uma forma das pessoas se conectarem, fazerem e serem mais; é uma forma de transformarmos nosso idealismo e nossa visão em realidade.

Dezembro de 2011

Queridos irmãos e irmãs em Rotary,

No final de agosto, eu e Binota estávamos em Gana quando o vice-chair do Conselho de Curadores da Fundação Rotária Sam Okudzeto e rotarianos locais nos levaram à cerimônia de inauguração de um projeto de água em uma pequena vila chamada Abutia Teti, há aproximadamente 60 quilômetros de Acra. Chegamos lá por volta das 11 horas da manhã, e parecia que toda a comunidade estava nos esperando desde cedo para nos dar as boas-vindas. No passado, as mulheres precisavam caminhar cerca de 5 km carregando baldes de água que pegavam no rio. Agora, eles possuem uma fonte de água limpa e segura vinda do poço da vila. Este foi um projeto simples, porém eficaz, que o Rotary organizou em conjunto com a USAID. O que mais nos impressionou naquele dia foram as famílias: homens, mulheres e crianças, todos dançando, cantando e nos dando boas-vindas. Aquele momento me fez pensar que em todo o mundo as comunidades são formadas por famílias.

Fico muito feliz que a prioridade do Rotary este ano é a família, onde a vida, o nosso dia e o serviço rotário devem começar. Porque é a família, não o indivíduo que é a base da comunidade e do Rotary.

Uma das minhas principais prioridades é incentivar a participação da família nos serviços rotários. Tenho certeza que os rotarianos nunca devem ter que escolher entre o Rotary e suas famílias. O Rotary deve servir para unir ainda mais as famílias. Para mim, se eu não puder levar a Binota comigo a um evento, eu simplesmente não vou! O Rotary não é apenas para mim, mas sim para nós dois. Quero encorajar os distritos a receber as famílias nas Conferências Distritais, envolver os cônjuges e crianças em projetos humanitários e planejar reuniões levando em consideração as famílias dos rotarianos. Quanto mais as famílias participarem, mais nossa organização crescerá. O que é o Rotary? Sem dúvida muitas coisas, porém se resume nesta frase: Ame ao próximo como a si mesmo. O Rotary é amor, e este amor começa conosco e com aqueles mais próximos de nós.

Novembro de 2011

Queridos irmãos e irmãs no Rotary ,

Em 1885, o jornal Times de Londres publicou uma série de editoriais homenageando o 100° aniversário de Sir Moses Montefiore, o financista e filantropo britânico ordenado cavaleiro pela Rainha Victoria. Os editoriais mencionaram sua honestidade, generosidade e desejo de ajudar o próximo, contando uma história inspiradora.

Alguém perguntou a Sir Moses, um dos homens mais ricos de sua época, o valor de sua fortuna. Diante de uma pergunta tão rude, ele fez uma pequena pausa e respondeu com um número bem menor do que o que o esperado. Naturalmente, a pessoa que lhe fez a pergunta não se conformou, dizendo que ele deveria ter pelo menos 10 vezes mais do que aquilo! Sir Moses sorriu e disse: “Meu jovem, você não me perguntou o montante das minhas posses. Em vez disso, você perguntou o valor da minha fortuna. Portanto, eu calculei o total de minhas contribuições este ano a caridades e foi esta a quantia que lhe dei como resposta. A verdade é que o valor da nossa fortuna equivale àquilo que estamos dispostos a compartilhar com os outros”.

Será que podemos avaliar a nossa vida com base nas nossas posses ou no bem que fazemos com o que temos? Quando dizemos que todos os seres humanos têm o mesmo valor, será que estamos colocando em prática o que pregamos?

Para mim, ser rotariano significa ter uma perspectiva diferente a respeito de tudo o que possuímos. Significa optar por usar os nossos recursos para fazer o bem e assim nos tornar ainda mais ricos.

No Rotary, nós sabemos a respeito das grandes necessidades em muitas partes do mundo. E sabemos o quanto podemos ajudar através da nossa Fundação Rotária. Podemos mudar vidas, renovar esperanças, construir o futuro – se assim quisermos.

Na vida, tudo é uma escolha. Se quisermos, podemos fechar os nossos olhos para as necessidades de outras pessoas, manter o que temos para nós mesmos e ignorar os problemas alheios. Ou, podemos olhar além da cor, idioma, vestimenta e cultura de cada um e reconhecer que, independente do lugar, as pessoas são como nós - e optar por ajudá-las.


Outubro de 2011

Queridos irmãos e irmãs em Rotary ,

Na edição deste mês da revista vocês verão a maravilhosa Bangcoc, na Tailândia, que irá nos receber para a Convenção do RI em 2012. Tenho o prazer de convidar você para um evento singular nesta que é uma das cidades mais fascinantes do mundo.

Sem dúvida a Tailândia é a Terra dos Mil Sorrisos. Quem ainda não foi lá não pode perder a oportunidade de ir em 2012, ocasião em que veremos velhos amigos e faremos novas amizades. Bangcoc é uma excelente porta de entrada para o Sudeste Asiático, além de ser uma cidade bastante interessante por si só e não ser tão cara, com muitas lojas, restaurantes e atrações turísticas.

Mas tudo isso seria apenas um detalhe não fosse pela razão principal que nos levará à capital tailandesa de 6 a 9 de maio de 2012: A Nossa Convenção, o ápice do calendário rotário.

O ano inteiro damos assistência aos menos privilegiados e durante a Convenção ouvimos as vozes dessas pessoas por meio dos tantos projetos que fazemos. Nada se compara à internacionalidade da nossa Convenção, onde somos inspirados a trabalhar ainda mais por um mundo melhor.

Todo evento de Rotary deve ser um evento familiar, e por isso Binota e eu queremos levar para Bangcoc nossos filhos e netos. Faça o mesmo e aproveite para tirar férias em família antes ou depois da Convenção. Entre tantas opções de lazer e cultura, é certo que todos voltarão para casa satisfeitos e também renovados em Rotary.

Todo ano fico muito feliz em rever amigos, conhecer novas pessoas, celebrar nossas conquistas e trocar experiências. Todo ano também meu orgulho pelo Rotary se renova, dando-me a energia para iniciar um novo ano de trabalhos rotários.

Bangcoc promete ser nossa melhor Convenção. Inscreva-se agora mesmo pelo site www.rotary.org/pt/convention e comece seus preparativos para celebrar a 103ª Convenção Internacional!


Setembro de 2011

Irmãos e irmãs em Rotary,

Verde é a cor do ano 2011-12. Mas por que verde? Porque é a cor da primavera, que traz a promessa de dias melhores. Verde é a cor que dá vida às plantas. Por analogia, não resta dúvida que o momento chegou para pintarmos o Rotary de verde, um verde radiante para colorir os cantos cinza da nossa organização.

No geral em Rotary, só 11% dos rotarianos estão abaixo de 40 anos; já 68% estão acima de 50 e 39% acima dos 60! Não é preciso ser adivinho para saber o que acontecerá daqui a 10, 20 ou 30 anos se ficarmos sem fazer nada. Os novos associados que trouxermos têm que ser jovens, capazes de derramar vigor renovado na organização.

Como então podemos nos tornar mais atraentes para os jovens, hoje em dia tão diferentes comparados aos jovens profissionais de uma ou duas gerações atrás? Temos que ir aonde eles estão, e isto significa usar a internet, estar no Facebook e Twitter, comunicar por e-mail e smartphones. O clube que não tem uma página na internet nos dias de hoje simplesmente não existe para os jovens.

Precisamos resgatar a ideia da família rotária. Temos que ver todos os membros do Rotary como família, sejam eles rotarianos e seus familiares, como também rotaractianos, interactianos, intercambistas, alumni, entre outros. A retenção é algo que tem que ir além do Rotary Club e abranger toda a família rotária.

Quando é para trazer novos associados costumamos olhar sempre para fora, e com isso falhamos ao ignorarmos os jovens que já temos conosco. Entre eles há um sem número que dariam excelentes presidentes de clube, governadores de distrito e líderes seniores da organização.

Devemos isto a nossa família em Rotary: garantir que a nossa não seja uma das últimas gerações de rotarianos. Devemos, no sentido real do termo, Conhecer a Si Mesmos para Envolver a Nossa Família Rotária, para estarmos mais bem preparados para Envolver a Humanidade.


Agosto de 2011

Prezados irmãos e irmãs em Rotary

Existe um velho ditado Indiano que diz: “Se você ajudar o barco do seu vizinho a cruzar o rio, você verá que também alcançou a outra margem”. Ao ajudar o próximo, muitas vezes acabamos ajudando a nós mesmos.

Cada um de nós se afiliou ao Rotary para servir – e descobrimos a satisfação da amizade e do companheirismo. Em agosto, mês dedicado ao desenvolvimento do quadro associativo, nós nos concentramos em promover a mensagem do Rotary. Se servirmos com eficiência, sem esconder nossa luz rotária, nos encontraremos mais perto de nossa meta: um Rotary mais forte e dinâmico para as gerações futuras.

A imagem pública e o quadro associativo caminham de mãos dadas. Existem muitas pessoas inteligentes, estudadas e dedicadas que não têm nem idéia do que é o Rotary. E este é um problema que precisamos enfrentar. Em muitas comunidades onde os Rotary Clubs atuam ativamente, há pessoas que não sabem da existência desses clubes. Precisamos mudar isto.

Servir bem é o primeiro passo – porém é apenas o começo. Precisamos divulgar os nossos trabalhos usando todas as ferramentas hoje disponíveis. Precisamos usar as mídias sociais como Twiter e Facebook, e garantir que nossos clubes tenham uma presença on-line. Simplesmente ter um website não é o suficiente. Ele deve estar atualizado, ser atraente, refletir o nosso trabalho e oferecer a associados em potencial a oportunidade de nos conhecer e tomar o próximo passo para se juntar a nós.

O Rotary tem muito a oferecer. É nosso dever mostrar aos outros o valor da nossa organização e como podem integrar o Rotary em suas vidas. Servir ao próximo leva tempo e aparentemente hoje em dia ninguém tem tempo disponível. Portanto, precisamos assegurar que cada momento com o Rotary valha a pena. Quando conhecermos a nós mesmos e nossos clubes, quando descobrirmos do que somos capazes e soubermos utilizar esta força, poderemos melhorar nossas comunidades e levar o Rotary a novas alturas.

Kalyan Banerjee
Presidente, Rotary International


Julho de 2011

Prezados irmãos e irmãs em Rotary!

Todos nós estamos em Rotary para mudar o mundo – por que outro motivo seríamos rotarianos? Acreditamos que o mundo pode ser mais feliz, saudável, mais pacífico e que podemos criar um lugar melhor através do servir.

Em 2011-12 pedirei aos rotarianos para que Conheçam a Si Mesmos para Envolver a Humanidade . Peço para buscarem dentro de vocês, para entender que todos nós, em qualquer lugar, temos os mesmos sonhos, esperanças, as mesmas aspirações e dilemas. Quando entendermos e verdadeiramente sentirmos que as necessidades dos outros são as mesmas que as nossas, começaremos a entender o quanto nosso trabalho é importante. No próximo ano teremos três ênfases em nosso serviço rotário.

A primeira ênfase neste ano rotário será a família. A família e o lar formam a essência de nosso trabalho – nosso serviço começa aqui. Através da família, aproximamos toda a nossa comunidade e toda a humanidade, formando uma uma grande família, onde todos se preocupam com o bem estar uns dos outros. Em tempos de alegria e em tempos de necessidades, ninguém nunca está sozinho.

Nossa segunda ênfase será a continuidade, para identificarmos o que fazemos de bom e fazermos ainda melhor. Devemos construir o nosso sucesso, expandí-lo e fazer ainda mais. Claro que a nossa maior obrigação é o Pólio Plus, e o sucesso dele está bem próximo!

A terceira ênfase será a mudança. Devemos entender que a mudança para ser verdadeira precisa ser iniciada dentro de nós. Não podemos ajudar os outros se não nos ajudarmos primeiro. Não podemos ajudar o mundo sem primeiro ajudar os mais próximos de nós, como nossa família, clubes e comunidades.

Mahatma Gandhi disse: “Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo”. Em Rotary, vivemos de maneira ética e honesta, compartilhamos amizade e companheirismo, e vemos o valor de cada ser humano. Não estamos interessados no menor denominador comum, pois o Rotary certamente não é comum. Por isso, trabalhamos para nos elevar, elevar os outros e abraçar a humanidade.

Juntos, iremos Conhecer a Nós Mesmos para Envolver a Humanidade . E em paz, harmonia e companheirismo, traremos mudanças e um mundo com mais alegria.

Kalyan Banerjee
Presidente, Rotary International